Os produtos da Mūnīre são AI-first por arquitetura. Modelos de linguagem são uma das ferramentas usadas no processo, e entram onde interpretação semântica, comparação, síntese ou julgamento contextual justificam seu uso. Parte relevante da análise, das regras e da lógica de decisão, porém, é implementada em código proprietário.
A maior parte da codebase da Mūnīre é código desenvolvido internamente. Esse código prepara e transforma dados, executa análises, aplica regras, calcula relações, controla estados e etapas, valida resultados, resolve exceções e determina como diferentes componentes do sistema interagem. Em muitos casos, a solução correta não é pedir mais inteligência a um modelo, mas escrever lógica explícita, determinística e específica para o problema.
LLMs, código convencional e outros mecanismos são combinados conforme a natureza de cada tarefa. Não existe a premissa de que tudo deva passar por um modelo.
Ser AI-first, para a Mūnīre, significa poder usar modelos como componentes nativos da arquitetura quando eles são a ferramenta adequada, sem transformar o produto em uma interface sobre uma API de terceiros.
O modelo pode mudar. A lógica do produto, o método, a arquitetura e os critérios que coordenam o processo pertencem à Mūnīre.
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